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Metodologia e Fontes

O MPRIS foi desenhado para uso em contexto de Defesa Civil: todo número exibido tem origem rastreável e o modelo de risco é simples o bastante para ser auditado por qualquer pessoa nesta página.

1. Origem e fundamentação acadêmica

O MPRIS decorre da monografia de especialização “Modelo Preditivo de Risco Climático e Impacto em Saúde Pública (MPRIS): concepção, estruturação e aplicabilidade no Estado da Bahia” (Diego Cavalcante Teixeira Daltro, Escola de Governo Fiocruz Brasília — Fundação Oswaldo Cruz, Especialização em Gestão de Saúde Pública e Inovação, orientação Prof. Me. Rui Ogawa, 2026), desenvolvida no contexto da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB).

Na formulação da monografia, alinhada ao referencial do IPCC (2022), o risco sanitário é o produto da interação de quatro dimensões:

  • Ameaça climática (peso 0,70) — probabilidade e intensidade do evento extremo, o gatilho do risco;
  • Exposição territorial (peso 0,20) — características físicas, ambientais e de ocupação do solo;
  • Vulnerabilidade social (peso 0,10) — fatores socioeconômicos e demográficos que ampliam a suscetibilidade;
  • Capacidade de resposta do sistema de saúde — fator de atenuação no denominador do índice: territórios igualmente expostos sofrem impactos diferentes conforme a preparação do SUS local.

Este painel operacionaliza as três primeiras dimensões com dados oficiais em tempo real (clima: Open-Meteo/INMET; exposição: CPRM/SGB, DEM Copernicus e grade do núcleo de Geo; vulnerabilidade social: Censo 2022, favelas e comunidades urbanas e IVS/IPEA) e exibe a capacidade instalada de saúde (unidades CNES por bairro). A incorporação da resiliência do sistema de saúde como divisor do índice — junto com a calibração dos pesos por aprendizado de máquina — é o desdobramento previsto na monografia.

A monografia também estrutura o modelo em três horizontes de decisão, que o painel cobre integralmente: operacional (até 24h — alerta do dia por bairro), tático (24–48h — chuva observada + prevista na janela de 72h do modelo) e estratégico (5–10 dias — régua de 10 dias do mapa; a assistente de IA estende a leitura dia a dia até 16 dias).

Referencial científico da monografia: IPCC (2022), Haines & Ebi (NEJM, 2019), Watts et al. (Lancet Countdown, 2021), OMS (2021), Estratégia de Saúde Digital para o Brasil 2020–2028 e o SisVuClima (Fiocruz/MMA).

2. Por que chuva extrema é um problema de saúde pública

O diferencial do MPRIS frente a um alerta meteorológico é traduzir a previsão em impacto sanitário. A literatura reunida na monografia documenta os principais agravos associados a chuvas intensas, alagamentos e deslizamentos:

  • Leptospirose e doenças de veiculação hídrica — contato com água ou lama de enchente (a orientação oficial do Ministério da Saúde está na lista de fontes);
  • Arboviroses (dengue, zika, chikungunya) — acúmulos de água parada nos dias seguintes ao evento favorecem a proliferação de vetores;
  • Traumas e óbitos diretos — soterramentos, afogamentos e acidentes durante o evento;
  • Saúde mental — ansiedade, estresse pós-traumático e depressão em populações atingidas ou desalojadas;
  • Pressão sobre a rede de atenção — aumento de demanda simultâneo a bloqueios viários e unidades de saúde atingidas, comprometendo o fluxo de ambulâncias e insumos.

É por isso que o painel exibe, junto ao risco, a população exposta, a presença de favelas e comunidades urbanas, a vulnerabilidade social e as unidades de saúde próximas — e por isso a assistente de IA responde perguntas sobre esses impactos citando as mesmas fontes.

3. O modelo preditivo

O risco tem duas dimensões — não as confunda:

  • Suscetibilidade histórica — característica permanente da área (é ou não área de risco mapeada). Visível nos tooltips das camadas Deslizamento/Inundação e nos índices MPRIS de cada bairro.
  • Nível de alerta — condição do dia, que depende da chuva prevista. “Observação” significa apenas “sem chuva relevante prevista hoje” — um bairro de encosta continua sendo área de risco mesmo com o alerta verde.

O nível de alerta de cada bairro combina esses dois fatores, ambos públicos e verificáveis:

  • Suscetibilidade histórica (0 a 3) — derivada do mapeamento de áreas de risco e do histórico oficial de ocorrências (Codesal, CEMADEN, S2iD, relatórios das cheias do Rio Cachoeira). É um atributo estático de cada bairro, separado por ameaça (deslizamento × alagamento).
  • Chuva prevista (0 a 3) — acumulados da Open-Meteo convertidos em faixas: deslizamento usa o acumulado de 72h (≥ 30 / ≥ 80 / ≥ 150 mm) e alagamento o de 24h (≥ 20 / ≥ 50 / ≥ 80 mm). Os dois limiares superiores de deslizamento são os acumulados operacionais do PPDC da Codesal: 80 mm/72h dispara vistorias preventivas e ~150 mm/72h é o critério de acionamento de sirenes (Relatório Operação Chuva 2023).

Os dois fatores entram numa matriz de risco 4×4 (suscetibilidade × chuva), com duas salvaguardas: sem chuva prevista, todo bairro fica em Observação; sem suscetibilidade mapeada, nenhum bairro passa de Atenção mesmo com chuva extrema. A escala segue a nomenclatura do CEMADEN:

0 · Observação
1 · Atenção
2 · Alerta
3 · Alerta Máximo

4. A colmeia (grade universal de 1 km²)

Cobertura estadual. A matriz do núcleo de Geoprocessamento passou a cobrir toda a Bahia: 565.239 hexágonos de 1 km² nos 417 municípios do estado — 226 vezes a grade original de 2.496 células das três cidades. A lista de municípios confere exatamente com a relação oficial do IBGE. Além das camadas físicas, a matriz estadual traz a população residente por hexágono, estimada pelo núcleo Geo — é ela que permite ao painel dizer quantas pessoas moram sob cada nível de alerta. Não é contagem oficial: a soma estadual dá 15,4 milhões, contra 14,1 milhões do Censo 2022 e 14,9 milhões da estimativa do IBGE para 2025 (detalhes na seção 9, Limitações). Trate o número como estimativa de exposição.

Dois níveis de desenho. Nenhum navegador desenha meio milhão de polígonos. Na visão do Estado, o mapa mostra uma malha agregada de hexágonos de ~7,5 km (16.121 células) que resume as de 1 km²: cada célula de 1 km² é atribuída ao hexágono da malha pelo seu centro (arredondamento em coordenadas cúbicas, o método padrão de grades hexagonais) e o agregado guarda o máximo das camadas físicas (num painel de Defesa Civil o pior pedaço é que manda), a mediana da vulnerabilidade social, a população somada, quantas células de 1 km² resumiu e quantas delas não têm HAND — o rótulo diz tudo isso, para ninguém ler os 7,5 km como se fosse a medição de 1 km². As cinco camadas do mapa se aplicam ao agregado com as mesmas escalas das três cidades. Ao abrir um município (pelo buscador de municípios ou clicando na célula), o painel carrega a grade de 1 km² daquele município e a metodologia passa a valer célula a célula — inclusive a chuva e o alerta, desde 13/09/2026:

  • Chuva por célula. A grade do município é amostrada a cada 0,05° (~5,5 km) na Open-Meteo — a mesma regra usada em Salvador — e cada célula recebe a medição da amostra em que cai (24 h, 72 h retrospectivas e 10 dias). Antes, um município de 8 mil km² tinha uma única medição, no centroide populacional, e saía inteiro da mesma cor. O nível municipal (KPIs, painel e assistente) continua sendo o do centroide populacional, porque é a referência calculada para os 417 de uma vez; o painel do município mostra os dois e avisa quando a pior célula supera o nível municipal.
  • Suscetibilidade com lugar. A Setorização de Áreas de Risco do SGB/CPRM é publicada como polígonos, e o painel os projeta na grade: a célula que contém setor mapeado em campo recebe o grau do setor (Alto = 2, Muito alto = 3, na tipologia correspondente) e o tooltip cita a localidade e as pessoas expostas contadas pelo SGB. As demais células recebem apenas o que as fontes municipais sustentam para o município inteiro — histórico documentado no CEMADEN ou no Atlas de Desastres vale 1 (média), porque essas fontes não localizam o evento dentro do município. O grau de um setor nunca vaza para a célula vizinha. São 845 setores em 93 municípios, tocando 940 células de 1 km². O nível municipal é o máximo entre as células, então os KPIs não mudam — o que muda é onde a cor aparece.
  • Deslizamento e inundação cruzam a vulnerabilidade física da célula com a chuva de 10 dias da própria célula; precipitação e vulnerabilidade social também são por célula.

A mesma regra vale na malha estadual de ~7,5 km: a célula mostra o pior alerta entre os municípios que cobre, mas o grau do SGB só entra nas células que contêm setor — calculado com a chuva do município do setor. A unidade de alerta acompanha: no Estado é o município; em Salvador, Itabuna e Ilhéus, que têm gazetteer de bairros, é o bairro, e o município herda o maior nível entre seus bairros.

Suscetibilidade histórica fora das três cidades. O modelo cruza duas coisas independentes: a suscetibilidade histórica (áreas de risco mapeadas e histórico de ocorrências) e a vulnerabilidade física do terreno (WLC/HAND). A matriz estadual traz a física para os 417 municípios, mas a histórica só existia para 61 bairros — e usar uma no lugar da outra colapsaria dois componentes independentes do modelo num só. A lacuna foi preenchida com fonte pública oficial: a Setorização de Áreas de Risco Geológico do SGB/CPRM (846 setores mapeados em campo, em 93 municípios, classificados Alto ou Muito alto, com tipologia e número de pessoas) e a lista de municípios monitorados pelo CEMADEN (47 na Bahia — a rede só monitora município com histórico registrado de movimento de massa ou processo hidrológico) e, desde 11/09/2026, o Atlas Digital de Desastres no Brasil (MIDR/CEPED-UFSC, base consolidada do S2iD, 1991–2025): todo registro oficial de desastre do município com código COBRADE de inundação, enxurrada, alagamento ou chuvas intensas conta como histórico documentado de alagamento, e todo registro de movimento de massa, de deslizamento. Para a Bahia são 6.421 registros, metade com reconhecimento federal; 369 municípios têm desastre por chuva documentado. A regra é a mesma do CEMADEN: histórico registrado vale suscetibilidade média (1), nunca mais — os graus alto e muito alto continuam exclusivos do setor mapeado em campo pelo SGB. Os contadores por tipo, o número de reconhecimentos federais e o ano do último registro viajam com o dado e aparecem no painel do município. Juntas, as três fontes cobrem 371 dos 417. Vence sempre o maior entre as fontes: num painel de Defesa Civil, fonte nova nunca rebaixa alerta que outra fonte oficial sustenta. Nos 46 municípios restantes não há área de risco mapeada nem desastre registrado nessas bases: eles entram como “não avaliada”, com teto de Atenção. Isso é limite da base, não é risco baixo e não é ausência de risco.

Índices MPRIS por município. Os dois índices compostos (seção 5) valem para os 417 municípios com as mesmas fórmulas e pesos dos bairros. Cada componente vem da fonte pública equivalente: suscetibilidade histórica (SGB/CPRM, CEMADEN, Atlas/S2iD), vulnerabilidade física (WLC) e inundabilidade (HAND) pela mediana das células de 1 km² do município na matriz do núcleo Geo, declividade e elevação pelo DEM Copernicus GLO-90 no centroide populacional (API de elevação da Open-Meteo, 7 pontos em raio de 300 m — o mesmo método dos bairros) e chuva pelo acumulado de 10 dias no mesmo centroide. Sem suscetibilidade de fonte oficial o índice é parcial, como no bairro não avaliado.

O resto da metodologia também chegou aos 417 (14/09/2026). Até então, quatro peças do painel continuavam presas às três cidades com bairros, e o Estado tinha alerta sem ter o que vem em volta dele:

  • Histórico oficial de desastres. A base curada de 20 eventos com bairro (Salvador, Itabuna e Ilhéus) ganhou ao lado o acervo do Atlas Digital de Desastres no Brasil / S2iD (MIDR, CEPED-UFSC, base consolidada 1991–2025): 1.391 registrosde desastre por chuva ou movimento de massa em 369 municípios da Bahia, cada um com protocolo S2iD, tipologia (COBRADE), status de reconhecimento federal, mortos, feridos, desabrigados, desalojados, moradias danificadas e destruídas e prejuízo declarado — os campos como o S2iD publica, nenhum a mais. No escopo Bahia, “Ocorrências históricas” mostra um marcador por município (raio pela quantidade de registros), o KPI “Eventos na base” conta esse acervo com os filtros de tipo e período, o painel de cada município lista seus registros e a assistente responde “quais desastres já ocorreram em X” e “quantas mortes na Bahia” por ele. As duas bases não se somam: a curada tem bairro e fonte jornalística; a do S2iD é o registro municipal, sem bairro. Ausência de registro não é ausência de risco — o acervo tem o que o município declarou.
  • Avisos do INMET para os 417. Os avisos identificam municípios pelo código IBGE; o painel só conhecia três códigos e descartava, sem saber, um aviso de tempestade para Itamaraju ou Juazeiro. Agora os 417 códigos entram no filtro: a faixa de aviso mostra quantos municípios estão sob aviso no escopo Bahia, o painel de cada município traz os seus, e a assistente responde por qualquer município.
  • Risco por período (régua de dias). O alerta dos 417 passou a ser calculado dia a dia para os 10 dias de previsão — mesma matriz, mesma janela retrospectiva de 72 h dos bairros — e a régua do mapa vale no escopo Bahia: KPIs, malha e painel do município acompanham o dia escolhido. Dentro do município aberto, a chuva amostrada a 0,05° vale só para hoje; nos outros dias as células usam a chuva do centroide, e o tooltip diz isso.
  • Assistente.Previsão, chuva já ocorrida, chuva retrospectiva, risco por período, avisos, histórico e estatísticas aceitam qualquer um dos 417 municípios (fora das três cidades, no centroide populacional). Nome completo de município vence bairro que seja pedaço dele (“Vitória da Conquista” não é o bairro Conquista, em Ilhéus) e, entre homônimos exatos, vale o município — a resposta ensina a pedir o bairro (“bairro Barreiras”).

Lacunas da matriz, declaradas.Das 565.239 células de 1 km², 1.312 (0,2%, em 212 municípios, concentradas em corpos d’água e no oeste) não têm valor de HAND; nenhuma está sem vulnerabilidade física ou social. Essas células aparecem neutras na camada Inundação, a célula agregada informa quantas resumiu sem HAND e o painel do município conta as suas. Não se preenche HAND por interpolação: a lacuna é do modelo hidrológico e só o núcleo de Geoprocessamento pode fechá-la.

Correção de agosto/setembro de 2026. Ao cruzar as fontes apareceu um buraco na própria base do painel: a setorização do SGB já estava no repositório, mas apenas era exibida — nunca chegava ao modelo. Dezesseis bairros de Itabuna e Ilhéus têm setor de risco mapeado em campo, nove no grau Muito alto, e entravam no cálculo com suscetibilidade 0; dez estavam marcados como “não avaliados”, com teto de Atenção — entre eles Basílio (1.985 pessoas em setor de risco), Esperança (1.990) e Lomanto Júnior (2.508). Chovendo forte, o painel não passava de Atenção onde o órgão federal já havia desenhado setor de risco muito alto com gente morando dentro. A suscetibilidade usada pelo modelo passou a ser o maior valor entre a curadoria própria e a setorização do SGB.

Todas as camadas do mapa pintam a mesma malha: a grade hexagonal de 1 km² do núcleo de Geoprocessamento — 2.496 hexágonos que cobrem todo o território dos três municípios (Salvador 390, Itabuna 447, Ilhéus 1.659), incluindo a zona rural. Cada hexágono conhece o(s) bairro(s) sobre os quais está e carrega seus próprios valores de vulnerabilidade física (WLC), inundabilidade (HAND) e vulnerabilidade social (Censo 2022). Os hexágonos marcam a região — não delimitam lotes ou imóveis específicos. Em hexágonos de zona rural, sem bairro monitorado, a camada de alerta fica neutra (o alerta é calculado por bairro); já a precipitação e as matrizes de Deslizamento/Inundação usam a chuva prevista da área do hexágono(Open-Meteo, amostragem de ~5 km) — nunca inventamos um valor local. Localidades urbanas fora dos 244 bairros (ex.: Villa Maria, Ferradas) usam a previsão do bairro monitorado mais próximo quando ele está a até 6 km — dentro do mesmo pixel (~9 km) do modelo meteorológico — sempre identificado como “referência” no mapa. Lacunas das matrizes de origem são declaradas no próprio hexágono: 180 células sem valor HAND e 13 sem dado social do Censo aparecem apagadas, com o motivo no lugar do valor.

Cobertura e níveis de curadoria. O MPRIS monitora 244 bairros — a cobertura completa das três cidades no OpenStreetMap: Salvador (191 bairros e localidades), Itabuna (24) e Ilhéus (29). Há dois níveis de curadoria: 61 bairros com suscetibilidade avaliada em fonte oficial (Codesal, CEMADEN, S2iD, relatórios das cheias), mais 10 de Itabuna e Ilhéus cuja suscetibilidade vem da setorização de risco do SGB/CPRM (ver correção abaixo) — 71 ao todo —, e os demais com suscetibilidade “não avaliada” — nestes, o alerta por chuva funciona normalmente (limitado a Atenção, por prudência) e os tooltips e índices declaram a ausência. Preferimos dizer “não avaliada” a colorir de verde o que não foi verificado: neutro não significa área segura. A avaliação estrutural cresce a cada revisão da base.

Seleção de bairro e malha destacada. Ao buscar um bairro pelo nome (ou citá-lo em pergunta à assistente de IA), o mapa enquadra a região e destaca toda a malha de hexágonos que cobre o bairro — incluindo os hexágonos compartilhados com bairros vizinhos: como a grade é de 1 km², um mesmo hexágono pode cobrir mais de um bairro, e ele pertence à malha de todos os que cobre. Clicar num hexágono individual restringe o realce àquela célula.

5. Camadas do mapa e índices MPRIS (0–1)

As cinco camadas do mapa, todas sobre a grade universal de 1 km² (seção 4), com fórmulas abertas e apenas dados de fonte conhecida:

  • Alerta do dia — nível CEMADEN (Observação → Alerta Máximo) do bairro de cada hexágono, calculado pela matriz suscetibilidade × chuva prevista/observada do dia. Como 1 km² costuma conter mais de um bairro, o hexágono exibe o maior nível entre todos os bairros que ele cobre — subestimar risco numa célula seria pior que superestimar, e 131 dos 244 bairros não são o bairro-dono de nenhuma célula da grade. O tooltip nomeia o bairro que determinou a cor quando ele não é o dono da célula (seção 3).
  • Nota: a camada dedicada de Suscetibilidade foi retirada do menu a pedido da equipe (redundância) — a vulnerabilidade física de cada hexágono continua visível nos tooltips das camadas Deslizamento/Inundação e nos índices MPRIS de cada bairro, e a camada pode ser restaurada a qualquer momento.
  • Deslizamento e Inundação — matriz de risco do núcleo Geo: 5 faixas de vulnerabilidade do hexágono (WLC ou HAND) × 6 faixas de chuva prevista de 10 dias na área do hexágono (amostra de ~5 km; com retorno à referência do bairro enquanto a amostragem carrega). Classes Inexistente → Extremo; 0 mm → Inexistente.
  • Precipitação acumulada — chuva prevista para 10 dias por área, em faixas de 0–50 / 50–100 / 100–150 / 150–250 / >250 mm. Os modelos globais de origem têm resolução entre 9 km (ECMWF IFS) e 25 km (GFS 0,25°); amostramos a cada 0,05° (~5 km) e atribuímos o valor a cada hexágono contido na amostra — cada área tem seu próprio valor, sem média municipal, e sem alegar precisão que a fonte não possui: hexágonos vizinhos dentro da mesma célula do modelo compartilham a mesma medição.
  • Vulnerabilidade social — matriz do núcleo Geo por hexágono (0–1): renda e alfabetização do responsável pelo domicílio + acesso a água, esgoto e coleta de lixo (Censo IBGE 2022), em cinco classes.

No painel de cada bairro, os índices MPRIS (0–1) continuam calculados por bairro:

  • MPRIS-Deslizamento = 0,35·suscetibilidade histórica + 0,25·vulnerabilidade física (núcleo Geo: geologia, solo, vegetação, área urbana e declividade) + 0,20·declividade (DEM Copernicus GLO-90) + 0,20·chuva prevista (10 dias). Onde a grade Geo não cobre, volta à fórmula 0,45/0,35/0,20 anterior. Chuva normalizada em 250 mm.
  • MPRIS-Inundação = 0,35·suscetibilidade histórica + 0,25·inundabilidade HAND (modelo Height Above the Nearest Drainage do INPE/CEMADEN, processado pelo núcleo Geo) + 0,20·baixa elevação + 0,20·chuva prevista. Onde a grade Geo não cobre, volta à fórmula 0,45/0,35/0,20 anterior. Baixa elevação: 1 para ≤5 m e 0 para ≥40 m (linear), do DEM Copernicus.

Faixas dos índices: <0,15 Inexistente · <0,30 Baixo · <0,50 Médio · <0,65 Alto · <0,80 Muito Alto · ≥0,80 Extremo. Em bairros sem suscetibilidade avaliada, o índice é parcial (física/terreno + chuva, sem o componente histórico) e sinalizado como tal — o componente que falta nunca é inventado. O painel também exibe, por bairro: população (Censo 2022), população em favelas e comunidades urbanas (IBGE 2022), vulnerabilidade social (IVS/IPEA, Salvador), elevação, declividade e unidades de saúde do CNES/DataSUS num raio de 1,2 km.

Como o núcleo de Geoprocessamento produz a vulnerabilidade física. A suscetibilidade a deslizamento é uma álgebra de mapas em SIG (QGIS) por Combinação Linear Ponderada (WLC): cada camada é reclassificada em pesos de 1 (muito baixa) a 5 (muito alta suscetibilidade) e combinada em média ponderada, com maior peso para a declividade — adaptação do modelo clássico de suscetibilidade à erosão (Crepani, 2001; Ross, 1994) que enfatiza encostas: planícies e pediplanos, mesmo erodíveis, não viram risco de deslizamento. Processamento em pixel de 30 m (SRTM/NASA), sistema SIRGAS 2000 / Brazil Albers.

  • Geologia (litologia) — Mapa Geológico do Estado da Bahia, CPRM/CBPM, 2003, escala 1:1.000.000: rochas ígneas e metamórficas coesas (granito, gnaisse, quartzito) pesam 1–2; sedimentares porosas (arenitos, siltitos, folhelhos, pelitos) pesam 4–5.
  • Solos (erodibilidade) — Erodibilidade dos Solos do Brasil, Embrapa Solos, 2024 (sobre a base pedológica do IBGE): Latossolos profundos pesam 1; Cambissolos, Neossolos, Argissolos e Planossolos, rasos ou de forte gradiente textural, pesam 4–5.
  • Declividade — MDE SRTM com classes EMBRAPA: 0–8% (plano/suave ondulado) baixa; 8–20% (ondulado) média; acima de 45% (forte ondulado/montanhoso) muito alta.
  • Cobertura vegetal — Mapeamento Temático da Vegetação da Bahia, INEMA, 2019, escala 1:50.000: área vegetada pesa 1 (proteção do solo); área antropizada pesa 5.
  • Áreas urbanizadas — IBGE: urbano pesa 5 (impermeabilização, corte de encostas e ocupação de áreas frágeis intensificam a dinâmica erosiva).

O que chamamos de vulnerabilidade — definições precisas. Seguindo o referencial do IPCC (risco = ameaça × exposição × vulnerabilidade): vulnerabilidade física é a predisposição do terreno a falhar sob chuva (geologia, solos, declividade, vegetação, ocupação — modelo WLC; para inundação, o HAND); vulnerabilidade social é a predisposição da população a sofrer dano e ter dificuldade de recuperação (renda, alfabetização, saneamento — Censo 2022); suscetibilidade histórica é o registro curado de onde o dano já aconteceu (Codesal/CEMADEN/S2iD). Nenhuma das três é o evento em si — são as condições que transformam chuva em desastre. O alerta do dia é a dimensão dinâmica: a ameaça (chuva prevista/observada) aplicada sobre essas condições.

A inundabilidade vem do modelo HAND — Height Above the Nearest Drainage (INPE/CEMADEN; Nobre et al., 2011), que classifica o terreno pela altura acima da drenagem mais próxima a partir de dados de radar. Os dois resultados são consolidados numa malha hexagonal de 1 km² (média dos pixels por hexágono, normalizada 0–1) — a mesma grade universal do mapa (seção 4). A previsão meteorológica usada pela equipe é o modelo ECMWF (~9 km de resolução, horizonte de 10 dias) via API Open-Meteo — a mesma cadeia deste painel. A equipe também calcula uma matriz de vulnerabilidade social por hexágono com cinco indicadores do Censo 2022 (rede geral de água, coleta de lixo, esgotamento sanitário, alfabetização e rendimento do responsável pelo domicílio); no painel, o indicador social exibido por bairro segue sendo o IVS oficial do IPEA, para manter comparabilidade nacional.

6. A assistente de IA

A IA do MPRIS combina duas camadas. A camada generativa é quem interpreta a pergunta e redige a resposta: modelos de linguagem acionados em cadeia de contingência — provedores Groq (modelos abertos: GPT-OSS 120B, com raciocínio nativo, GPT-OSS 20B, menor e mais rápido, e Qwen 3.8 27B) e Google Gemini (Gemini 3.8, 3.7, 3.6 e 3.5 Flash e as variantes Flash-Lite — cada modelo com cota independente). Se um modelo ou provedor falha ou esgota a cota, o próximo assume automaticamente, sem interromper o serviço; e um modelo que demora mais de 4 segundos passa a ser coberto pelo seguinte, chamado em paralelo — vence quem responder primeiro. Outros provedores compatíveis (Mistral, Cerebras, OpenRouter) entram na mesma cadeia quando há credencial configurada.

A composição da cadeia é revista periodicamente: provedores gratuitos aposentam modelos com pouco aviso, e a lista acima reflete o catálogo em 21/09/2026. Em 15/08/2026 saíram Kimi K2, Llama 3.3 70B e Llama 3.1 8B, substituídos pelos GPT-OSS por indicação do próprio provedor; em 15/09 o Qwen 3.6 deu lugar ao Qwen 3.8. A troca não altera nenhum dado: o que muda é apenas quem redige o texto, porque os números nunca vêm do modelo — é o que a camada seguinte garante.

A segunda camada é a ancoragem — uma regra de arquitetura, não apenas de instrução: o modelo de linguagem não gera dados. Toda pergunta é respondida por oito funções determinísticas — chuva já ocorrida (hora a hora, hoje e ontem, por período do dia), previsão de chuva, risco atual, risco por período (dia a dia, até 16 dias), histórico de desastres, avisos do INMET em vigor, impactos na saúde e estatísticas — que consultam a Open-Meteo, o INMET e a base deste painel; o modelo apenas interpreta e formata o resultado, e é proibido de responder fora do escopo (clima e desastres nas 3 cidades). As fontes exibidas no rodapé de cada resposta vêm das funções executadas, não do texto do modelo. E o mapa acompanha a conversa: ao perguntar sobre um bairro (mesmo com grafia aproximada — o resolvedor corrige), o painel voa até ele e destaca sua malha de hexágonos, como na busca por nome.

Por princípio, a assistente não faz afirmações absolutas sobre o futuro: previsão meteorológica é tratada como probabilidade (“não há sinal de risco elevado pela previsão atual”, nunca “não há risco”), com as incertezas declaradas — horizonte máximo de 16 dias e confiabilidade decrescente após ~7. E se todos os provedores generativos falharem ao mesmo tempo, o sistema degrada para um motor 100% determinístico, que responde às mesmas perguntas com as mesmas fontes — a degradação é da fluidez do texto, nunca do conteúdo.

7. Fontes de dados

  • Open-Meteo ↗

    Previsão meteorológica de 10 dias (precipitação, probabilidade, temperatura) — modelos ECMWF/GFS/ICON, resolução de 9 a 25 km conforme o modelo de origem.

  • CEMADEN — Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais ↗

    Referência para a escala de níveis de alerta; a lista oficial de municípios monitorados pela rede do CEMADEN é uma das fontes da suscetibilidade histórica dos 417 municípios (município monitorado tem, por definição, histórico registrado de desastre).

  • S2iD / Atlas Digital de Desastres no Brasil (MIDR/CEPED-UFSC) ↗

    Registros oficiais de desastres (decretos de situação de emergência e calamidade): desde 14/09/2026 são a base histórica dos 417 municípios (1.391 registros por chuva ou movimento de massa, 1991–2025, com impactos humanos e materiais); antes usados só na base histórica das 3 cidades e, desde 11/09/2026, como fonte da suscetibilidade histórica dos 417 municípios (base consolidada 1991–2025, códigos COBRADE, status de reconhecimento federal).

  • Codesal — Defesa Civil de Salvador ↗

    Mapeamento de áreas de risco, relatórios da Operação Chuva e ocorrências por região de Salvador.

  • INMET — Avisos Meteorológicos (Alert-AS) ↗

    Avisos oficiais em vigor (tempo real), consultados a cada 10 minutos e filtrados para os 417 municípios da Bahia pelo código IBGE (até 14/09/2026 só os três códigos das cidades com bairros eram lidos).

  • IBGE — Censo 2022 (bairros e Favelas e Comunidades Urbanas) ↗

    População por bairro (agregados por bairro/SIDRA t.9923) e população em favelas e comunidades urbanas por bairro (agregados por setores censitários).

  • IPEA — Atlas da Vulnerabilidade Social (IVS) ↗

    Índice de Vulnerabilidade Social por UDH (ano-base 2010) — média das UDHs que nomeiam cada bairro de Salvador; faixas oficiais do IPEA.

  • Núcleo de Geoprocessamento (equipe MPRIS-Geo) ↗

    Grade universal de 1 km² (2.496 hexágonos, cobertura completa dos 3 municípios) — a malha única de todas as camadas do mapa. Por hexágono: vulnerabilidade física via Combinação Linear Ponderada (WLC) em QGIS (pixel 30 m, SIRGAS 2000/Albers), inundabilidade pelo modelo HAND (INPE/CEMADEN, Nobre et al. 2011) e vulnerabilidade social (5 indicadores do Censo 2022). Camadas-fonte da WLC: geologia (Mapa Geológico da Bahia, CPRM/CBPM, 2003, 1:1.000.000), solos (Erodibilidade dos Solos do Brasil, Embrapa Solos, 2024), declividade (SRTM/NASA, classes EMBRAPA), vegetação (Mapeamento Temático da Vegetação da Bahia, INEMA, 2019, 1:50.000) e áreas urbanizadas (IBGE). Também alimenta os índices MPRIS por bairro (peso 0,25).

  • Monografia MPRIS — Escola de Governo Fiocruz Brasília (Fundação Oswaldo Cruz) ↗

    Base conceitual do modelo: "Modelo Preditivo de Risco Climático e Impacto em Saúde Pública (MPRIS): concepção, estruturação e aplicabilidade no Estado da Bahia" (Diego Cavalcante Teixeira Daltro, Especialização em Gestão de Saúde Pública e Inovação, orient. Prof. Me. Rui Ogawa, 2026) — dimensões do risco, pesos, horizontes temporais e classificação.

  • CPRM/SGB — Serviço Geológico do Brasil (GeoSGB) ↗

    Carta de Suscetibilidade a Inundação (Salvador) e Setorização de Riscos Geológicos — 845 setores em 93 municípios da Bahia, com polígono, grau (Alto/Muito alto), tipologias e pessoas expostas, projetados célula a célula na grade desde 13/09/2026 (Itabuna e Ilhéus: setores Alto/Muito Alto, tipologias e pessoas expostas) — avaliação oficial exibida nos bairros sem curadoria histórica completa.

  • Copernicus DEM GLO-90 (via API de elevação Open-Meteo) ↗

    Elevação média e declividade local por bairro (7 pontos por bairro: centro + hexágono de raio 300 m) — insumo real de terreno dos índices MPRIS.

  • OpenStreetMap / Nominatim ↗

    Geocodificação dos bairros (centroides) e cartografia base.

  • Ministério da Saúde ↗

    Orientações de saúde pública pós-enchente (leptospirose e doenças de veiculação hídrica).

  • Agência Brasil e imprensa verificada ↗

    Detalhamento de eventos específicos (datas, bairros e impactos), sempre com o link no próprio registro.

8. Atualização dos dados

O MPRIS se atualiza sozinho, em camadas com frequências distintas:

CamadaFonteFrequência
Previsão e chuva observada (48h)Open-Meteo (ECMWF/GFS)a cada 3 horas (o modelo roda 4×/dia)
Avisos meteorológicos oficiaisINMET Alert-ASa cada 10 minutos
Nível de alerta por bairromodelo MPRIS (recalculado com os dados acima)a cada acesso
Base histórica de eventos (3 cidades)curadoria S2iD/Codesal/imprensa verificadarevisão editorial (última: jul/2026)
Histórico oficial dos 417 municípiosAtlas Digital de Desastres/S2iD (base consolidada 1991–2025)regeneração pelo script `gerar-eventos-atlas` a cada nova versão do Atlas (atual: v1.1, 06/08/2026)

Além da atualização sob demanda, uma rotina automática diária (6h, horário da Bahia) renova todos os dados dinâmicos — o painel amanhece atualizado mesmo sem nenhum acesso durante a noite. Se a consulta ao INMET falhar, o painel informa a indisponibilidade em vez de exibir dado velho como se fosse novo — e volta a consultar automaticamente até a fonte responder.

9. Limitações — leia antes de decidir

  • 46 dos 417 municípios não têm suscetibilidade histórica avaliada. Não há para eles área de risco mapeada pelo SGB/CPRM, histórico no CEMADEN nem desastre por chuva no Atlas/S2iD, e por isso o alerta desses municípios tem teto de Atenção. Um município em Atenção no mapa estadual pode estar assim por falta de dado, não por segurança. Nos 276 municípios cuja única fonte é o Atlas/S2iD, a suscetibilidade é média por definição de regra (histórico documentado), não por mapeamento de campo — o grau real pode ser maior.
  • Fora de Salvador, Itabuna e Ilhéus não há bairro. Nos outros 414 municípios a unidade de alerta oficial é o próprio município, calculado no centroide ponderado pela população. Dentro dele, a grade de 1 km² varia pela chuva amostrada a cada 0,05° e pelos setores de risco do SGB/CPRM — mas onde o SGB não mapeou setor, a suscetibilidade da célula é a do histórico municipal, sem localização: célula em Atenção pode esconder encosta que nenhuma fonte pública mapeou.
  • A população dos 417 municípios é a estimativa do núcleo de Geoprocessamento (soma das células de 1 km²), não uma contagem oficial. Em muitos municípios ela fica mais perto da estimativa do IBGE para 2025 do que do Censo 2022 — Feira de Santana +0,9%, Vitória da Conquista +1,7%, Ilhéus 0,0% —, mas não segue nenhuma série do IBGE: a soma estadual dá 15,4 milhões (Censo 2022: 14,1 milhões; estimativa 2025: 14,9 milhões), a diferença mediana para a estimativa de 2025 é de +5,1%, e há municípios abaixo dela (Salvador −6,2%) e muito acima (Lauro de Freitas +18,7%, Aiquara +124,0%). Use o número como estimativa de exposição, não como população oficial.
  • A visão do Estado é agregada. O hexágono de ~7,5 km mostra o pior valor entre as células de 1 km² que resume — é leitura de triagem, não de rua. O detalhe de 1 km² aparece ao abrir o município; nele, todas as camadas são de cada célula. A chuva amostrada a ~5,5 km ainda é mais grossa que a célula de 1 km²: células vizinhas compartilham a mesma medição.
  • A previsão vem de modelos globais cuja resolução vai de 9 km (ECMWF IFS) a 25 km (GFS 0,25°); o MPRIS os amostra a cada 0,05° (~5 km). Bairros vizinhos podem, portanto, compartilhar a mesma medição. A incerteza cresce a partir do 5º dia e a confiabilidade cai bastante após o 7º.
  • O MPRIS é um modelo de chuva. Vento (vendaval, ciclone, rajadas), estiagem e seca, onda de calor e qualidade do ar não são variáveis do modelo e não têm camada no mapa — o que o painel oferece nesses casos são os avisos oficiais do INMET em vigor, integrados em tempo real.
  • O horizonte é operacional (10 dias), não sazonal. Índices de El Niño/La Niña não entram como variável: o sinal climático chega de forma indireta, pela previsão ECMWF/GFS, que parte do estado atual da atmosfera. Para o horizonte de meses, a referência oficial é o Painel El Niño 2026–2027 (INMET, INPE, ANA, CEMADEN, SGB, Sedec e Censipam) — cujo boletim nº 2, de 03/08/2026, projeta El Niño de intensidade muito forte e, para o Nordeste, redução da estação chuvosa e prolongamento da estiagem (o excedente de chuva se concentra na Região Sul).
  • A suscetibilidade é atribuída por bairro, não por endereço. Um bairro em Observação pode conter pontos críticos localizados, e vice-versa.
  • A base histórica das três cidades é curada e referenciada, mas não substitui os registros integrais do S2iD/Codesal; o acervo estadual do Atlas/S2iD é o registro municipal e depende do que cada município declarou — municípios sem registro não são municípios sem risco.
  • O simulador de chuva é um exercício hipotético e é sempre sinalizado como tal na interface.
  • Este painel apoia — mas não substitui — os alertas oficiais da Defesa Civil (Codesal, CEMADEN e defesas civis municipais). Em emergência, ligue 199.